Nada perdeste
Vieste ver com os teus próprios olhos,
A minha imagem e decadência.
Vieste saber que nada perdeste,
Que tudo foste e ainda é.
Veio para mim, pros meus olhos sentirem,
Para, eles saberem o que perderam,
O que tiveram e não valorizaram.
Hoje, nada tenho e tudo quero,
Vago pela noite e ainda espero.
Vieste com todas as cores,
Trouxeste todas as formas,
Acendeste todas as luzes coloridas e efervescentes,
Derreteste o gêlo que petrificava o coração,
Prendeste o fogo ardente da paixão.
Vieste da forma mais simplória,
Escreveste a nossa história num poema, num desenho,
Numa musica, numa fulga insana que nos salva da prisão.
Vieste alimentar a minha vida,
Cicatrizar a profunda ferida,
Me fazendo esquecer a dor e à solidão,
Enaltecendo à arte nos braços,
Nos laços do amor d'uma grandiosa paixão.
És a única entre todas as outras,
A única que desejo conquistar pra nunca perder,
Que desejo amar pra nunca esquecer.
Vieste abrir as portas e janelas e todas as cancélas
Que me impessão de passar,
Trouxeste o brilho e o encanto,
Me fizeste acreditar.
Vieste para marcar, para me fazer sonhar com as alturas,
Para fazer-me entender que tão alto posso cair,
Que por mais duro que seja o caminho não deveremos desistir.
Vieste para o fogo, à velha chama acender,
Me mostrar os caminhos,
As curvas do prazer.
Pra minha sorte...
Apareceste à margarida,
foste e ainda és a mais querida.
Brisa leve que por aqui passou, troxe os perfumes e as lembranças,
Me fez acretitar com esperança,
Me fez lutar pela vida acendendo este sonho.
Por isso venha, venha quando quiser,
Quando tiver vontade de ver e saber,
Que realmente nada perdeste.
A minha imagem e decadência.
Vieste saber que nada perdeste,
Que tudo foste e ainda é.
Veio para mim, pros meus olhos sentirem,
Para, eles saberem o que perderam,
O que tiveram e não valorizaram.
Hoje, nada tenho e tudo quero,
Vago pela noite e ainda espero.
Vieste com todas as cores,
Trouxeste todas as formas,
Acendeste todas as luzes coloridas e efervescentes,
Derreteste o gêlo que petrificava o coração,
Prendeste o fogo ardente da paixão.
Vieste da forma mais simplória,
Escreveste a nossa história num poema, num desenho,
Numa musica, numa fulga insana que nos salva da prisão.
Vieste alimentar a minha vida,
Cicatrizar a profunda ferida,
Me fazendo esquecer a dor e à solidão,
Enaltecendo à arte nos braços,
Nos laços do amor d'uma grandiosa paixão.
És a única entre todas as outras,
A única que desejo conquistar pra nunca perder,
Que desejo amar pra nunca esquecer.
Vieste abrir as portas e janelas e todas as cancélas
Que me impessão de passar,
Trouxeste o brilho e o encanto,
Me fizeste acreditar.
Vieste para marcar, para me fazer sonhar com as alturas,
Para fazer-me entender que tão alto posso cair,
Que por mais duro que seja o caminho não deveremos desistir.
Vieste para o fogo, à velha chama acender,
Me mostrar os caminhos,
As curvas do prazer.
Pra minha sorte...
Apareceste à margarida,
foste e ainda és a mais querida.
Brisa leve que por aqui passou, troxe os perfumes e as lembranças,
Me fez acretitar com esperança,
Me fez lutar pela vida acendendo este sonho.
Por isso venha, venha quando quiser,
Quando tiver vontade de ver e saber,
Que realmente nada perdeste.

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