O manto
Quando à noite abre o seu manto,
Percebe-se o pranto,
Escuta-se o canto,
O caminho se estende,
Às mãos revelam a virtude do ofício,
Da janela, às nuvens passam devagar.
Olhos fixos no céu, ela não vem me enfeitiçar,
Não voltará para os meus braços,
Não acompanhará os meus passos .
O vento toca às nossas faces,
Carregando às nossas almas,
Levantando os nossos sonhos,
Olho pela janela e os vejo ganharem alturas,
Talvez cheguem onde brilham as estrelas .
Percebe-se o pranto,
Escuta-se o canto,
O caminho se estende,
Às mãos revelam a virtude do ofício,
Da janela, às nuvens passam devagar.
Olhos fixos no céu, ela não vem me enfeitiçar,
Não voltará para os meus braços,
Não acompanhará os meus passos .
O vento toca às nossas faces,
Carregando às nossas almas,
Levantando os nossos sonhos,
Olho pela janela e os vejo ganharem alturas,
Talvez cheguem onde brilham as estrelas .

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