Citronela
Não se esqueça ó meu amor...
Do cravo, da canela,
Do incenso, da citronela,
Dos perfumes da doce primavera,
Das rosas vermelhas,
Das bromélias amarelas,
Das tulipas brancas,
Das orquídeas azuís,
Não se esqueça...
Não há flores no deserto,
Nem perfumes quando não estás por perto,
Não há prazeres nestes negros mares,
Nem glórias nestas grandes dores.
As flores apodreceram,
As cores desbotaram, os amores se acabaram,
As dores prevaleceram,
Venceram o cançaso,
Apagando o traço, desfazendo o laço.
Não se esqueça ó meu amor...
O café está no fogo,
O meu coração em brasa espera,
O meu sangue quente corre,
A minha vida transcorre
Neste poema que juntos poderemos musicar,
Nestas palavras que à tua voz exaltará ao cantar,
Libertando à poesia,
Acendendo o fogo ardente da paixão,
Incendiando à noite e o meu coração.
Do cravo, da canela,
Do incenso, da citronela,
Dos perfumes da doce primavera,
Das rosas vermelhas,
Das bromélias amarelas,
Das tulipas brancas,
Das orquídeas azuís,
Não se esqueça...
Não há flores no deserto,
Nem perfumes quando não estás por perto,
Não há prazeres nestes negros mares,
Nem glórias nestas grandes dores.
As flores apodreceram,
As cores desbotaram, os amores se acabaram,
As dores prevaleceram,
Venceram o cançaso,
Apagando o traço, desfazendo o laço.
Não se esqueça ó meu amor...
O café está no fogo,
O meu coração em brasa espera,
O meu sangue quente corre,
A minha vida transcorre
Neste poema que juntos poderemos musicar,
Nestas palavras que à tua voz exaltará ao cantar,
Libertando à poesia,
Acendendo o fogo ardente da paixão,
Incendiando à noite e o meu coração.

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