Thursday, September 21, 2006

Ouvindo às estrelas

Nunca pude esquecer,
Nunca soube viver,
Vou tentando aprender,
Mas não posso esquecer.
Os teus cabelos vermelhos,
Os teus doces lábios de mel,
Os teus olhos brilhantes,
Estrelas que hoje brilham neste vago céu.

Nunca quisera esquecer,
Fui estúpido ao ponto de te perder.
Ela se foi, e assim sem o teu amor eu fiquei,
O tempo passou,
Ela não voltou,
Ainda estou aqui, pois não me esqueci,
Nunca esqueci o bem que me fez.

Que doce lembrança,
Ainda há esperança,
Não posso esquecer o amor,
Assim permaneço calado,
Imaginando novos caminhos entrelaçados.
As estrelas hoje falam pra mim,
Falam do brilho e da luz que há em todo fim,
Ouço às estrelas,
O cântico da noite,
O sopro da ventania,
A esperança no grito da poesia,
Quebrando os grilhões a ferro e fogo.

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