Não há luzes aqui em baixo
O dia despertou cinzento,
Nenhum resquício deste pobre sentimento.
Ela, não quis enriquecê-lo,
Preferiu destruí-lo, esquecê-lo.
Caímos num buraco,
Nos jogamos do abísmo,
Não há luzes aqui em baixo.
Ela quis me ver louco,
Assim, me fez enlouquecer,
Numa calmaria tão nervosa,
Numa noite nebulosa.
Em fim, adormecera outra vez,
Desta vez o sono será eterno,
Aprisionado num grande pesadelo.
Você jogou às chaves num lago negro e profundo,
Não serei à pessoa que irá encontrá-las pra você,
No fundo deste poço lamacento.
Nunca houve luzes nem estrelas,
As cores se ausentarão daqui pra frente,
Às borboletas encontrarão, às flores no meu jardim,
Celebraremos o nosso fim,
Numa noite enluarada,
Ela sorrirá outra vez para o desprezo,
Ela erguerá a tua voz para à escuridão,
Ela será como aquela noite, esquecida,
O fogo arderá até o fim,
Não ouvirás nenhum acorde,
Será silêncioso e frio,
O tempo do fim.
Não há luzes aqui em baixo.
Nenhum resquício deste pobre sentimento.
Ela, não quis enriquecê-lo,
Preferiu destruí-lo, esquecê-lo.
Caímos num buraco,
Nos jogamos do abísmo,
Não há luzes aqui em baixo.
Ela quis me ver louco,
Assim, me fez enlouquecer,
Numa calmaria tão nervosa,
Numa noite nebulosa.
Em fim, adormecera outra vez,
Desta vez o sono será eterno,
Aprisionado num grande pesadelo.
Você jogou às chaves num lago negro e profundo,
Não serei à pessoa que irá encontrá-las pra você,
No fundo deste poço lamacento.
Nunca houve luzes nem estrelas,
As cores se ausentarão daqui pra frente,
Às borboletas encontrarão, às flores no meu jardim,
Celebraremos o nosso fim,
Numa noite enluarada,
Ela sorrirá outra vez para o desprezo,
Ela erguerá a tua voz para à escuridão,
Ela será como aquela noite, esquecida,
O fogo arderá até o fim,
Não ouvirás nenhum acorde,
Será silêncioso e frio,
O tempo do fim.
Não há luzes aqui em baixo.

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