Epopéia
Desde o princípio,
Habitando os meus pensamentos,
A imagem da perfeição,
Me veio sob a forma de uma criança,
Desprovida de pecados e maldades,
Livre de sentimentos mediocres e pensamentos impuros.
Como à foz de um rio que encontra o mar,
Como às rosas brancas que um dia me fizeram sonhar.
Sonhei enquanto dormia,
Sonhara com as mais doces aléias do destino,
Frequentadas pelos seres mais nobres,
Onde à musica embebedava os deuses.
Despertando com o balsâmo das manhãs,
Ao som da lira arpejada pelas criaturas celestes,
Ela estenderá às suas mãos,
Soprando sobre os nossos olhos,
O polén das anêmonas.
Uma criança que nascera para dar ao fogo,
Um sentido para o seu ardor,
Que viera com a bruma,
Trazendo frêmitos de uma lânguida criança,
Agora ensandesida pelo teu amor.
Sonhei enquanto caminhava,
Sonhara nos braços da noite
Encontrar um abrigo,
Repousando sobre à relva enluarada,
Desejava beber da musica que os fizeram alegres.
Habitando os meus pensamentos,
A imagem da perfeição,
Me veio sob a forma de uma criança,
Desprovida de pecados e maldades,
Livre de sentimentos mediocres e pensamentos impuros.
Como à foz de um rio que encontra o mar,
Como às rosas brancas que um dia me fizeram sonhar.
Sonhei enquanto dormia,
Sonhara com as mais doces aléias do destino,
Frequentadas pelos seres mais nobres,
Onde à musica embebedava os deuses.
Despertando com o balsâmo das manhãs,
Ao som da lira arpejada pelas criaturas celestes,
Ela estenderá às suas mãos,
Soprando sobre os nossos olhos,
O polén das anêmonas.
Uma criança que nascera para dar ao fogo,
Um sentido para o seu ardor,
Que viera com a bruma,
Trazendo frêmitos de uma lânguida criança,
Agora ensandesida pelo teu amor.
Sonhei enquanto caminhava,
Sonhara nos braços da noite
Encontrar um abrigo,
Repousando sobre à relva enluarada,
Desejava beber da musica que os fizeram alegres.
