A prima veio me ver
Renasce à primavera,
Vinte e três portas se abrem,
Cada uma certamente nos fará,
Adentrarmos pelas noites,
Que irão se acender,
Renascendo ao luzir das estrelas.
Já não vejo os teus olhos,
Já não quero ver o falso brilho.
É outra vez primavera,
Tenho vinte e três novos grandes motivos,
Para viver e sorrir,
Para correr e seguir.
E tenho, mais, vinte e quatro horas de paz diante dos meus olhos,
Não perdi o folêgo,
Apenas preciso descansar,
Estou cansado de lutar,
De buscar o que não quer ser encontrado,
De viver aprisionado.
É primavera,
Que venham as flores,
Que sejam feitos de amores,
E ainda maiores com certeza serão cada um dos meus sonhos.
A prima veio me ver,
Que beleza, já não penso e nem preciso de você.
Que venha, pois, estou semeando para colher no verão,
Ardentes serão os frutos desta louca paixão.
Vinte e três portas se abrem,
Cada uma certamente nos fará,
Adentrarmos pelas noites,
Que irão se acender,
Renascendo ao luzir das estrelas.
Já não vejo os teus olhos,
Já não quero ver o falso brilho.
É outra vez primavera,
Tenho vinte e três novos grandes motivos,
Para viver e sorrir,
Para correr e seguir.
E tenho, mais, vinte e quatro horas de paz diante dos meus olhos,
Não perdi o folêgo,
Apenas preciso descansar,
Estou cansado de lutar,
De buscar o que não quer ser encontrado,
De viver aprisionado.
É primavera,
Que venham as flores,
Que sejam feitos de amores,
E ainda maiores com certeza serão cada um dos meus sonhos.
A prima veio me ver,
Que beleza, já não penso e nem preciso de você.
Que venha, pois, estou semeando para colher no verão,
Ardentes serão os frutos desta louca paixão.
